Você se dá 365 dias para ser feliz, mudar de vida, de carro, de apartamento, arranjar um namorado novo, noivar, casar, ter filhos, parar de beber, encher a cara, fazer dieta, "chutar o pau da barraca", fazer novos amigos, mudar de amigos, de emprego, de cidade.
Você quer ser promovido, ganhar mais, ter mais qualidade de vida, trabalhar feito louco, passar mais tempo com a família, esquecer os problemas...
Muitos planos foram realizados, metas foram alcançadas, algumas planejadas e outras, por força da necessidade, viraram prioridade, mesmo ser terem feito parte da lista. Foi por causa dos imprevistos, aliás, que disseram que "você não cumpre o que promete". Não faz mal. A vida quase sempre nos oferece uma segunda chance pra recomeçar, pra ter um ponto de partida.
Portanto, faça de 2009 o SEU ponto de partida, a SUA segunda (ou décima) chance. Não é necessário listas ou planos ou metas, mas a vontade de fazer o que está a fim! Sorria, chore, brinque, pule, corra, trabalhe, namore, VIVA!
UM 2009 PLENO DE VIDA PRA VOCÊ!
quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
sábado, 20 de dezembro de 2008
Mais um ano vai...
Fim de ano. Época de comer coisas diferentes, de rever parentes distantes (às vezes, até os próximos também), de comprar presentes, de ficar ansioso para receber presentes, de ir à missa, de estampar um sorriso congelado...
Fim de ano. Época de reflexões. De pensar o que você fez durante 365 dias. As coisas positivas e negativas, as tarefas cumpridas e as deixadas de lado, as surpresas, as alegrias, as tristezas, as vitórias e as derrotas. É o balanço de fim de temporada. Mais um ano se passou... E o que eu passei com ele?
Fiz amigos, perdi outros, ganhei confiança, descobri outros medos, viajei pra dentro de mim, achei muitos defeitos e algumas qualidades, aprendi com alguns erros, valorizei meus acertos, cuidei de mim...
Agora é hora de colocar esse balanço no arquivo e se preparar pra abrir outro. Outro ano vem aí...
Aguardem...
Fim de ano. Época de reflexões. De pensar o que você fez durante 365 dias. As coisas positivas e negativas, as tarefas cumpridas e as deixadas de lado, as surpresas, as alegrias, as tristezas, as vitórias e as derrotas. É o balanço de fim de temporada. Mais um ano se passou... E o que eu passei com ele?
Fiz amigos, perdi outros, ganhei confiança, descobri outros medos, viajei pra dentro de mim, achei muitos defeitos e algumas qualidades, aprendi com alguns erros, valorizei meus acertos, cuidei de mim...
Agora é hora de colocar esse balanço no arquivo e se preparar pra abrir outro. Outro ano vem aí...
Aguardem...
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
TORCIDA
... Mais um post antigo....
Mesmo antes de nascer, já tinha alguém torcendo por você.
Tinha gente que torcia pra você ser menino.
Outros torciam para você ser menina.
Torciam para você puxar a beleza da mãe, o bom humor do pai.
Estavam torcendo para você nascer perfeito.
Daí continuaram torcendo...
Torceram pelo seu
primeiro sorriso,
pela primeira palavra,
pelo primeiro passo.
O seu primeiro dia na escola foi a maior torcida.
O primeiro sutiã.
E o primeiro gol, então?
E de tanto torcerem por você, você aprendeu a torcer.
Começou a torcer para ganhar muitos presentes e flagrar Papai Noel.
Torcia o nariz para quiabo e escarola. Mas torcia por hamburguer e refrigerante.
Começou a torcer até para um time. Provavelmente, neste dia, você descobriu que tem gente que torce diferente de você.
Seus pais torciam para você comer de boca fechada, tomar banho, escovar os dentes, estudar inglês e piano. Eles só estavam torcendo para você ser uma pessoa bacana.
Nestas horas, você só torcia por não ter nascido.
E por você não saber pelo que torcia, torcia torcido.
Torceu para seus irmãos se ferrarem, torceu para o mundo explodir.
E quando os hormônios começaram a torcer, torceu pelo primeiro beijo, pelo primeiro amasso. Depois começou a torcer pela sua liberdade. Torcia para viajar com a turma, ficar até tarde na rua.
Sua mãe só torcia para você chegar vivo em casa.
Passou a torcer o nariz para as roupas da sua irmã, para as idéias dos professores e para qualquer opinião dos seus pais.
Todo mundo queria era torcer o seu pescoço.
Foi quando até você começou a torcer pelo seu futuro.
Torceu para ser médico, músico, advogado.
Na dúvida, torceu para ser físico nuclear ou jogador de futebol.
Seus pais torciam para passar logo essa fase.
No dia do vestibular uma grande torcida se formou. Pais, avós, vizinhos, namoradas e todos os santos torceram por você.
Na faculdade, então, era torcida para todo lado. Para a direita, esquerda, contra a corrupção, a fome na Albânia e o preço da coxinha na cantina.
E, de torcida em torcida, um dia teve um torcicolo de tanto olhar pra ela. Primeiro torceu pra ela não ter outro.
Torceu pra ela não lhe achar muito alto, muito baixo, muito gordo, muito magro. Descobriu que ela torcia igual a você.
E, de repente, vocês estavam torcendo pra não acordar desse sonho.
Torceram para ganhar a geladeira, o microondas e a grana pra viagem de lua-de-mel.
E daí pra frente você entendeu que a vida é uma grande torcida.
Por que, mesmo antes do seu filho nascer, já tinha muita gente torcendo por ele. Mesmo com toda essa torcida, pode ser que você ainda não tenha conquistado algumas coisas. Mas muita gente ainda torce por você!
Mesmo antes de nascer, já tinha alguém torcendo por você.
Tinha gente que torcia pra você ser menino.
Outros torciam para você ser menina.
Torciam para você puxar a beleza da mãe, o bom humor do pai.
Estavam torcendo para você nascer perfeito.
Daí continuaram torcendo...
Torceram pelo seu
primeiro sorriso,
pela primeira palavra,
pelo primeiro passo.
O seu primeiro dia na escola foi a maior torcida.
O primeiro sutiã.
E o primeiro gol, então?
E de tanto torcerem por você, você aprendeu a torcer.
Começou a torcer para ganhar muitos presentes e flagrar Papai Noel.
Torcia o nariz para quiabo e escarola. Mas torcia por hamburguer e refrigerante.
Começou a torcer até para um time. Provavelmente, neste dia, você descobriu que tem gente que torce diferente de você.
Seus pais torciam para você comer de boca fechada, tomar banho, escovar os dentes, estudar inglês e piano. Eles só estavam torcendo para você ser uma pessoa bacana.
Nestas horas, você só torcia por não ter nascido.
E por você não saber pelo que torcia, torcia torcido.
Torceu para seus irmãos se ferrarem, torceu para o mundo explodir.
E quando os hormônios começaram a torcer, torceu pelo primeiro beijo, pelo primeiro amasso. Depois começou a torcer pela sua liberdade. Torcia para viajar com a turma, ficar até tarde na rua.
Sua mãe só torcia para você chegar vivo em casa.
Passou a torcer o nariz para as roupas da sua irmã, para as idéias dos professores e para qualquer opinião dos seus pais.
Todo mundo queria era torcer o seu pescoço.
Foi quando até você começou a torcer pelo seu futuro.
Torceu para ser médico, músico, advogado.
Na dúvida, torceu para ser físico nuclear ou jogador de futebol.
Seus pais torciam para passar logo essa fase.
No dia do vestibular uma grande torcida se formou. Pais, avós, vizinhos, namoradas e todos os santos torceram por você.
Na faculdade, então, era torcida para todo lado. Para a direita, esquerda, contra a corrupção, a fome na Albânia e o preço da coxinha na cantina.
E, de torcida em torcida, um dia teve um torcicolo de tanto olhar pra ela. Primeiro torceu pra ela não ter outro.
Torceu pra ela não lhe achar muito alto, muito baixo, muito gordo, muito magro. Descobriu que ela torcia igual a você.
E, de repente, vocês estavam torcendo pra não acordar desse sonho.
Torceram para ganhar a geladeira, o microondas e a grana pra viagem de lua-de-mel.
E daí pra frente você entendeu que a vida é uma grande torcida.
Por que, mesmo antes do seu filho nascer, já tinha muita gente torcendo por ele. Mesmo com toda essa torcida, pode ser que você ainda não tenha conquistado algumas coisas. Mas muita gente ainda torce por você!
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Posts antigos
Bem, pessoas queridas. A partir de hoje e não sei até quando, vou alimentar meu blog com textos antigos já publicados. Preguiça? Talvez. Acho mais provável uma falta de inspiração tremenda, motivada pela falta de tempo de pensar em algo legal pra escrever.
Até os inéditos!
Beijos
A PRIMEIRA VEZ E OUTRAS MAZELAS
Costuma-se dizer que o primeiro beijo a gente nunca esquece. Mas analisando toda uma vida pregressa, percebi que não é apenas o primeiro beijo, mas a primeira festa, a primeira roupa de marca, a primeira tintura no cabelo, a primeira transa, a primeira briga, a primeira decepção, o primeiro namorado, o primeiro fora, a primeira ou o primeiro tudo!
Analisando essa mesma vida, nem sempre o primeiro, ou a primeira tudo é marcante por ser bom. Pelo contrário, tendem a ser ruins por absoluta falta de experiência ou excesso de ansiedade. Vejamos: o primeiro beijo. Você não conhece o carinha, não sabe de onde ele vem, pra onde ele vai. Viu numa festa, olhou umas duas vezes mais, ele achou que você paquerava ele, ele mais pra lá do que pra cá e você sem querer fazer feio diante das suas amigas, todas já “experientes” no assunto. Beijo ruim da porra!!
A primeira festa: bailinho, música lenta e pá! Todas as suas amigas dançam menos você, por ser tímida, por estar com vergonha, por não se sentir com a roupa adequada. Festa ruim da porra!!
A primeira transa: você já tem alguma intimidade com a pessoa, mas não é capaz nem de dizer a ele do que gosta ou do que não gosta. Ele nem sabe que você ainda é virgem. Vai querendo logo ir pros finalmentes e você achando que ta tudo certo, que deve ser assim mesmo. Acabou? Que transa ruim da porra!!
Tá certo, nem só de maus momentos são feitos a primeira vez. A primeira roupa de marca: todo mundo tem aquela calça da moda, último modelo e, de repente, você ganha de presente de Natal! Calça massa da porra!!
A primeira tintura no cabelo: você chega no salão a fim de mudar o visual e perder aquela cara lambida ou de “madalena arrependida” de sempre. “Quero radicalizar”, você diz. E, aquela morena vira uma loiraça de parar o trânsito. Que cabelo lindo da porra!!
Enfim, mesmo com tantas nuances pra primeira vez, numa coisa eu acredito: ela serve de experiência e até como parâmetro do que é bom ou ruim, do que pode melhorar ou não, do que vale a pena ou não. Até porque pra acontecer uma segunda, terceira, quarta vez, a primeira tem que ter acontecido. Então, mãos a obra. Que ainda venham muitas primeiras vezes....
***************************************************************
Tarefa: E a sua primeira vez?
Até os inéditos!
Beijos
A PRIMEIRA VEZ E OUTRAS MAZELAS
Costuma-se dizer que o primeiro beijo a gente nunca esquece. Mas analisando toda uma vida pregressa, percebi que não é apenas o primeiro beijo, mas a primeira festa, a primeira roupa de marca, a primeira tintura no cabelo, a primeira transa, a primeira briga, a primeira decepção, o primeiro namorado, o primeiro fora, a primeira ou o primeiro tudo!
Analisando essa mesma vida, nem sempre o primeiro, ou a primeira tudo é marcante por ser bom. Pelo contrário, tendem a ser ruins por absoluta falta de experiência ou excesso de ansiedade. Vejamos: o primeiro beijo. Você não conhece o carinha, não sabe de onde ele vem, pra onde ele vai. Viu numa festa, olhou umas duas vezes mais, ele achou que você paquerava ele, ele mais pra lá do que pra cá e você sem querer fazer feio diante das suas amigas, todas já “experientes” no assunto. Beijo ruim da porra!!
A primeira festa: bailinho, música lenta e pá! Todas as suas amigas dançam menos você, por ser tímida, por estar com vergonha, por não se sentir com a roupa adequada. Festa ruim da porra!!
A primeira transa: você já tem alguma intimidade com a pessoa, mas não é capaz nem de dizer a ele do que gosta ou do que não gosta. Ele nem sabe que você ainda é virgem. Vai querendo logo ir pros finalmentes e você achando que ta tudo certo, que deve ser assim mesmo. Acabou? Que transa ruim da porra!!
Tá certo, nem só de maus momentos são feitos a primeira vez. A primeira roupa de marca: todo mundo tem aquela calça da moda, último modelo e, de repente, você ganha de presente de Natal! Calça massa da porra!!
A primeira tintura no cabelo: você chega no salão a fim de mudar o visual e perder aquela cara lambida ou de “madalena arrependida” de sempre. “Quero radicalizar”, você diz. E, aquela morena vira uma loiraça de parar o trânsito. Que cabelo lindo da porra!!
Enfim, mesmo com tantas nuances pra primeira vez, numa coisa eu acredito: ela serve de experiência e até como parâmetro do que é bom ou ruim, do que pode melhorar ou não, do que vale a pena ou não. Até porque pra acontecer uma segunda, terceira, quarta vez, a primeira tem que ter acontecido. Então, mãos a obra. Que ainda venham muitas primeiras vezes....
***************************************************************
Tarefa: E a sua primeira vez?
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
Palavras Proibidas
Nunca é pouco tempo.
Sempre é muito tempo.
Nada é pouco.
Tudo é muito.
Eu odeio.
Ódio.
Detesto.
Cuidado com as palavras. Elas têm uma força muito maior do que imaginamos.
Sempre é muito tempo.
Nada é pouco.
Tudo é muito.
Eu odeio.
Ódio.
Detesto.
Cuidado com as palavras. Elas têm uma força muito maior do que imaginamos.
terça-feira, 4 de novembro de 2008
O marido e a TPM
O marido acorda, olha pro relógio, confere a hora e a data. Ele pensa: "FUDEU!!! A partir de hoje e pelos próximos 8 dias, se eu tiver sorte, viverei meu inferno astral mensal, a TPM da minha mulher!"
Ele abre a gaveta do criado-mudo e tira um papel com uma lista enorme, onde está escrito: COMO ME COMPORTAR DURANTE A TPM. A lista contém os seguintes itens:
- Ao acordar, cuidado pra não mexer muito na cama;
- Levante-se, vá ao banheiro, mas não dê descarga neste momento; só quando ela se espreguiçar e abrir os olhos pela terceira vez;
- Só fale com ela se ela falar com você; se isso demorar mais de 10 minutos, dê um OI, mas nem muito seco, nem muito meloso;
- Se arrume em silêncio, não pergunte a opinião dela, mas se ela não a der espontaneamente, pergunte se a meia está combinando. Ela provavelmente não vai responder, mas você já se livrou do primeiro fora do dia;
- Tome seu café em silêncio, tomando cuidado pra não fazer barulhos ao mastigar, ao engolir, ao beber alguma coisa;
- Levante-se da mesa sem arrastar a cadeira, tire seus pratos sujos e deixe-os arrumados na pia;
- JAMAIS lave, ela vai pensar que você está tramando alguma coisa;
- Saia pra trabalhar em silêncio. No máximo, se ela lhe mostrar os dentes, dê-lhe um beijinho na testa. O diálogo continua proibido;
- Não ligue durante o dia. Mas não esqueça de ligar na hora do almoço. (PS: Esse fora é inevitável. Se você ligar durante o dia, ela dirá que você não larga do pé dela; se não ligar, ela dirá que você saiu pra almoçar com a outra. Escolha qual dos dois você prefere);
- Ela irá lhe telefonar no meio da tarde, atende até, no máximo, o terceiro toque; ela lhe pedirá desculpas, aos prantos, pelo fora do telefonema anterior. Desligue quando a ligação chegar a 30 minutos;
- Ligue no final da tarde, ela lhe pedirá uma carona pra voltar pra casa;
- Não puxe assunto no carro, mas se ela começar, mostre-se atento, mas não tanto. Ela vai pensar que você está tramando alguma coisa;
- Quando chegarem em casa, jantem juntos. Ver regra do café da manhã;
- Vá dormir em silêncio. Ela não vai querer sexo neste período mesmo.
DICAS IMPORTANTES:
- Não sorria muito;
- Não fale muito, mas não passe muito tempo calado;
- Não elogie muito, mas cuidado, se não elogiar, ela vai pensar que você não gosta mais dela;
- Não a deixe chorando por muito tempo, mas cuidado quando for dizer que a ama; e
- JAMAIS toque nela! Risco altíssimo de ser agredido!
Ele abre a gaveta do criado-mudo e tira um papel com uma lista enorme, onde está escrito: COMO ME COMPORTAR DURANTE A TPM. A lista contém os seguintes itens:
- Ao acordar, cuidado pra não mexer muito na cama;
- Levante-se, vá ao banheiro, mas não dê descarga neste momento; só quando ela se espreguiçar e abrir os olhos pela terceira vez;
- Só fale com ela se ela falar com você; se isso demorar mais de 10 minutos, dê um OI, mas nem muito seco, nem muito meloso;
- Se arrume em silêncio, não pergunte a opinião dela, mas se ela não a der espontaneamente, pergunte se a meia está combinando. Ela provavelmente não vai responder, mas você já se livrou do primeiro fora do dia;
- Tome seu café em silêncio, tomando cuidado pra não fazer barulhos ao mastigar, ao engolir, ao beber alguma coisa;
- Levante-se da mesa sem arrastar a cadeira, tire seus pratos sujos e deixe-os arrumados na pia;
- JAMAIS lave, ela vai pensar que você está tramando alguma coisa;
- Saia pra trabalhar em silêncio. No máximo, se ela lhe mostrar os dentes, dê-lhe um beijinho na testa. O diálogo continua proibido;
- Não ligue durante o dia. Mas não esqueça de ligar na hora do almoço. (PS: Esse fora é inevitável. Se você ligar durante o dia, ela dirá que você não larga do pé dela; se não ligar, ela dirá que você saiu pra almoçar com a outra. Escolha qual dos dois você prefere);
- Ela irá lhe telefonar no meio da tarde, atende até, no máximo, o terceiro toque; ela lhe pedirá desculpas, aos prantos, pelo fora do telefonema anterior. Desligue quando a ligação chegar a 30 minutos;
- Ligue no final da tarde, ela lhe pedirá uma carona pra voltar pra casa;
- Não puxe assunto no carro, mas se ela começar, mostre-se atento, mas não tanto. Ela vai pensar que você está tramando alguma coisa;
- Quando chegarem em casa, jantem juntos. Ver regra do café da manhã;
- Vá dormir em silêncio. Ela não vai querer sexo neste período mesmo.
DICAS IMPORTANTES:
- Não sorria muito;
- Não fale muito, mas não passe muito tempo calado;
- Não elogie muito, mas cuidado, se não elogiar, ela vai pensar que você não gosta mais dela;
- Não a deixe chorando por muito tempo, mas cuidado quando for dizer que a ama; e
- JAMAIS toque nela! Risco altíssimo de ser agredido!
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
12 de outubro, Dia das Crianças
12 de outubro, Dia das Crianças. Para nós, adultos, é dia de pensar nos filhos, nos sobrinhos, filhos de amigos, de vizinhos. É dia para perder nas compras atrás do melhor presente pelo menor preço e que a garotada vai adorar.
Mas esse mesmo dia 12 de outrubro poderia ser de reflexão: o que nós trouxemos da nossa infância? Será que ainda carregamos alguma inocência? Será que nós brincamos, corremos, pulamos sem pensar nos nossos problemas? Será que nós sorrimos de graça ou choramos quando estamos a fim, mesmo que seja por pura manha?
Então convoco a todos para um dia 12 de outubro diferente. Esqueçamos as crianças de hoje e resgatemos a criança que fomos. Vamos ser sinceros, ter o coração, a mente e a alma puros. Vamos aproveitar esse dia e dizer a nossos pais que os amamos com gestos, palavras, olhares, carinho, sem vergonha, porque criança é assim, fala o que vem na cabeça.
Vamos sorrir com a alma, até pra quem a gente não conhece.
Vamos dar os braços pra um estranho, pra um parente distante ou até pra quem a gente não gosta muito, porque criança é assim, briga hoje, amanhã esquece.
Vamos andar descalços pela rua, comer porcaria, se lambuzar todo.
Vamos ao parque de diversões, ao zoológico, assistir a desenhos animados.
Vamos brincar de carrinho, de boneca, de se esconder, de pega-ladrão. Vamos subir em cima do muro, pular corda, amarelinha.
Vamos roubar frutas do vizinho, tomar banho de rio.
E, no fim do dia, vamos cair exaustos na cama, com um sorriso estampado no rosto, desejando ser crianças para sempre, mais uma vez.
Mas esse mesmo dia 12 de outrubro poderia ser de reflexão: o que nós trouxemos da nossa infância? Será que ainda carregamos alguma inocência? Será que nós brincamos, corremos, pulamos sem pensar nos nossos problemas? Será que nós sorrimos de graça ou choramos quando estamos a fim, mesmo que seja por pura manha?
Então convoco a todos para um dia 12 de outubro diferente. Esqueçamos as crianças de hoje e resgatemos a criança que fomos. Vamos ser sinceros, ter o coração, a mente e a alma puros. Vamos aproveitar esse dia e dizer a nossos pais que os amamos com gestos, palavras, olhares, carinho, sem vergonha, porque criança é assim, fala o que vem na cabeça.
Vamos sorrir com a alma, até pra quem a gente não conhece.
Vamos dar os braços pra um estranho, pra um parente distante ou até pra quem a gente não gosta muito, porque criança é assim, briga hoje, amanhã esquece.
Vamos andar descalços pela rua, comer porcaria, se lambuzar todo.
Vamos ao parque de diversões, ao zoológico, assistir a desenhos animados.
Vamos brincar de carrinho, de boneca, de se esconder, de pega-ladrão. Vamos subir em cima do muro, pular corda, amarelinha.
Vamos roubar frutas do vizinho, tomar banho de rio.
E, no fim do dia, vamos cair exaustos na cama, com um sorriso estampado no rosto, desejando ser crianças para sempre, mais uma vez.
Assinar:
Postagens (Atom)